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Contagem regressiva para receber a casa própria

Foram anos de espera, mas finalmente a vendedora Vânia Fernandes, 53 anos, alcançou o sonho da casa própria. Se tudo der certo, em três meses ela estará dentro da tão sonhada moradia, no Residencial Cecília Meireles, em Samambaia. Trata-se de um dos quatro condomínios populares que estão sendo finalizados na cidade, por meio de parceria firmada entre cooperativas habitacionais, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) e o governo federal.

Em Samambaia, além do Condomínio Cecília Meireles, na QR 614, estão prestes a ser entregues outras 54 unidades do Residencial Antônio Menezes, na QR 317. Para 2023, está prevista ainda a conclusão dos residenciais IBVS e Vallentina Morais, respectivamente situados nas QR 311 e 412. Ao todo, serão 255 unidades, que variam de 48 m² a 57 m².

A vendedora Vânia Fernandes se diz realizada com a proximidade de pegar as chaves da casa própria | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

“Devo pegar as chaves do meu apartamento no fim deste mês. Estou maravilhada, até chorando, porque pagar aluguel tanto tempo fica difícil”, comenta, feliz. “Tentamos várias vezes e, graças a esse programa social, finalmente conseguimos realizar nosso sonho”. Ela se refere ao subsídio oferecido pelo GDF dentro de política habitacional que visa ampliar a oferta de moradia para pessoas de média e baixa renda. De acordo com o diretor-presidente da Codhab, João Monteiro Neto, ampliar a oferta de moradia e reduzir o déficit habitacional integram as políticas do órgão. Nesse sentido, uma das principais ferramentas do GDF no setor é a ação Morar Bem, vinculada ao programa Casa Verde e Amarela, do governo federal.

Todos os contemplados foram atendidos por meio de inscrições feitas na Codhab

Na prática, funciona assim: a Codhab destina lotes para as cooperativas de vários segmentos da sociedade, a exemplo de entidades como Correios, servidores da saúde e educação, e estas escolhem as construtoras que vão executar o empreendimento, financiado pela Caixa Econômica Federal.

“É uma forma mais que direta de atendimento às demandas da comunidade dentro da política habitacional estabelecida pela Lei nº 3.877, que destina 40% dos empreendimentos para as cooperativas”, comenta o diretor-presidente do órgão, João Monteiro Neto. “O pagamento do imóvel é todo financiado pela Caixa Econômica Federal”.

Os apartamentos de dois quartos contam ainda com sala, cozinha, área de serviço e banheiro, em prédios com guarita, bicicletário, dependência do zelador, terraço, gás encanado e vagas de garagem. Foram gerados cerca de 220 empregos diretos e indiretos por obra. Todos os contemplados foram atendidos por meio de inscrições feitas na Codhab.

Moradora de Sobradinho, a professora Maria Aparecida Gonçalves está feliz por ter conseguido comprar um imóvel do outro lado da cidade. “Vale a pena pelo fato de sair do aluguel”, comemora. “É uma oportunidade até pela forma de financiamento, mais facilitado. A entrada não era tão alta”. conta.

Fonte: Agência Brasília

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