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DF conta com rede completa de descarte adequado de resíduos

Mais de 880 equipamentos públicos destinados ao descarte correto do lixo orgânico, materiais recicláveis e entulho garantem proteção contra danos ambientais

 Foto: Divulgação/SLU

O papa-reciclável é destinado à entrega voluntária de resíduos sólidos urbanos recicláveis, como papel, plástico, papelão, latinhas e isopor. “Esses materiais recicláveis são encaminhados às nossas cooperativas, onde passam pela triagem dos tratadores para o devido aproveitamento dos materiais”, explica a chefe da Unidade de Medição e Monitoramento do SLU, Andrea Almeida.

Atualmente, o DF possui 312 unidades de papa-recicláveis em atividade. Tratam-se de contêineres azuis de superfície com capacidade para armazenar até 2,50 m³ de material. Os endereços dos equipamentos estão disponíveis neste site.

Com 548 unidades ativas, o papa-lixo é a instalação indicada para descarte de resíduos domiciliares da coleta convencional (ou seja, material orgânico e rejeitos) em localidades isoladas ou de difícil acesso, onde o caminhão de lixo não costuma percorrer. Cada uma de suas lixeiras semienterradas tem capacidade para receber 5 m³ de resíduos, o equivalente a cinco contêineres de superfície.

“O caminho desses resíduos é a usina de tratamento mecânico-biológico, onde será realizado o aproveitamento da fração orgânica desse material para produção do composto orgânico de lixo. Essa compostagem, geralmente, é doada a pequenos produtores rurais do DF”, detalha Andrea.

Este equipamento é destinado ao recebimento de restos de construção civil, móveis e outros volumosos (exceto eletrônicos), resíduos de podas e galhadas, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado (acondicionado em garrafas PET). Cada pessoa pode descartar até 1 m³ de entulho por dia, o equivalente a uma caixa-d’água de mil litros.

Caso a produção de resíduos supere o limite diário, o descarte deve ser, obrigatoriamente, feito por uma empresa credenciada pelo SLU. “Esse material chega à Unidade de Recebimento de Entulho e, no local, será transformado em RCC [resíduos de construção civil], utilizado em benefício da própria população na recuperação de vias, pavimentação de pistas não asfaltadas”, detalha a chefe da Unidade de Medição e Monitoramento do SLU.

*Com informaçôes de Agência Brasília

Fonte: Administração Regional do Plano Piloto

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